ela soh faz besteira. ela mesmo admite isso, frequentemente. o que torna tudo tanto pior. veio atras de mim, varias vezes. da ultima queria me namorar. parece que ainda quer. mas nao admite, nao assume, nao se dedica e principalmente nao demonstra.
eu sempre quis, nao tenho duvidas sobre quem sou ou o que quero. apenas tenho muita dificuldade em comunicar isso e me adaptar a uma sociedade hipocrita. sempre achei muito dificil encontrar palavras certas pra cada momento. pensando bem, eh facil entender como eh facil ser hipocrita.
hoje eu me comprometi a ir no trabalho. mas ontem o lider tecnico comentou que poderia nao precisar trabalhar neste fim de semana, e sumiu. eu terminei o que tinha pra fazer na 6a.f, sei que o projeto ainda nao esta finalizado. mas como ja disse antes, nao faco mais questao de dedicar todo meu tempo ao trabalho. e agora estou aqui em casa, sem saber o que faco ao certo, querendo simplesmente que as coisas funcionem.
no primeiro dia deste ano conversei brevemente com a minha entao ainda namorada, a mesma que continua fazendo muita besteira mesmo hoje, e disse que achava melhor romper. no fim ela perguntou se era isso mesmo que eu queria, eu perguntei o que ela queria, e acho que nada ficou muito bem definido. a unica coisa que eu havia pedido pra ela acredito que tenha feito. mas soh no sentido literal. nao entendeu o que eu queria, continuou distante, com medo de mim sem dizer ou mostrar por que.
na verdade, das ultimas vezes soh revelou que o medo eh que eu nao de a ela tudo o que ela quer. mimada. eu ja disse que nao faria mais isso, e nao fiz. mesmo assim, ela insiste em se aproximar. e se fugir de novo. isso eh frustrante, cansativo, irritante. mas ela continua sendo a unica garota que jamais insistiu tanto em se aproximar. soh por isso pude aprender, e ainda aprendo muito sobre eu mesmo. ela nada me ensina, mas a situacao, a circunstancia, a relacao gerada por essa aproximacao.
e, melhor ainda, esses problemas nao tem mais afetado minha performance no trabalho. pelo contrario, eh mantendo minha vida em um rapido movimento, todo dia, que consigo me animar a manter minha mao de obra em regime de semi escravidao. um pouco exagerado, eu sei, afinal fazem o melhor que podem pra me ajudar. mas aposto que sentem o mesmo com relacao aa empresa. mas, diferente de mim, se comprometeram e se prenderam ao servico de forma que fica dificil sair, por mais que queiram. talvez tenha uma certa inveja e muita incompreensao de como consigo ficar tao livre. nao me importa ficar sem dinheiro?
claro que importa. mas nao tanto.
dei pra ela uma ultima chance. ultima no sentido de mais uma. de que nao espero dar outra mais. mas nunca no sentido de que nao existe. pra mim, nao ha caminho sem volta. preciso encontrar uma expressao melhor, por que dar duas ultimas chances, realmente, soa estranho. mas dar mais uma parece que outras virao. e poderao nao vir. a garantia que tenho eh exatamente que nao espere por outra. vou passar a chamar de "uma chance".
mas, de tudo que sinto e quero, nao mais namoro ela. a vontade sempre vai existir. com ela e com varias outras garotas. preciso de pelo menos uma que me leve a serio. e estou cansado de correr atras. aprendi que meu papel social envolve dar a iniciativa, mas eh soh isso que farei daqui pra frente. pulei a fase de namorecos na minha vida assim como varias outras fases que nao precisei e nem devo precisar experenciar. nunca me atrairam. sao distracoes muito grandes e problematicas que podem custar uma vida inteira.
a chance que dei pra ela eh de mostrar vontade de verdade. preciso agora aprender a dar chances sem precisar me frustrar com o resultado. por que ja espero que ela vai continuar fazendo besteira. mas a esperanca, essa sim, eh a ultima.
ARCHIVE - OUTDATED BLOG - CHECK THE NEW!
(past description: mostly about technology and philosophy but also some personal news - even older one: infinite randomness)
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
manifesto ágil
Para quem sabe inglês, o site www.agilemanifesto.org tem 12 princípios excelentes sobre desenvolver software. E como programas, no fundo, são ferramentas utilizadas para resolver problemas (que muitas vezes antes do próprio aplicativo não existiam), eu diria que isso pode ser aplicado a qualquer coisa, mas isso já é um outro longo assunto.
Tentarei explicar em resumo...
- Individuals and interactions over processes and tools
Talvez o principal fundamento e que ainda estou tentando absorver. Só entendo que a interação entre os indivíduos deve acontecer a todo momento sendo a primeira prioridade. Mas acredito também que as ferramentas são essenciais para que isso aconteça, então não tenho certeza do que significa "processes and tools" aqui.
- Working software over comprehensive documentation
Vejo esse problema todo dia. Os membros do projeto se preocupam mais em documentar os problemas do que resolve-los. Mas aqui o manifesto fala mais especificamente sobre arquivos de ajuda, por exemplo. Uma interface simples e funcional dispensa uma documentação que explique como funciona.
- Customer collaboration over contract negotiation
Aqui sim fala sobre o problema de documentar problemas. Mais especificamente, gastar tempo negociando valores, tentando fechar prazos furados e projetos imprevisiveis. O foco poderia ser, por exemplo, o mesmo adotado na relação de empresa - funcionário: cria-se um ambiente colaborativo e simplesmente determina-se um custo periódico, que geralmente é mensal, mas recomendo semanal.
- Responding to change over following a plan
Conseqüência natural da idéia acima. O plano pode e até deve ser traçado, mas jamais assumido como um dogma. Define-se somente os aspectos gerais, e deixa os detalhes para serem ajustados no dia a dia. O mais importante é a dedicação em concluir. Pode-se dar estimativas, mas não se deve apertar prazos achando que isso dá resultado. Basta analisar tantos casos.
Tentarei explicar em resumo...
- Individuals and interactions over processes and tools
Talvez o principal fundamento e que ainda estou tentando absorver. Só entendo que a interação entre os indivíduos deve acontecer a todo momento sendo a primeira prioridade. Mas acredito também que as ferramentas são essenciais para que isso aconteça, então não tenho certeza do que significa "processes and tools" aqui.
- Working software over comprehensive documentation
Vejo esse problema todo dia. Os membros do projeto se preocupam mais em documentar os problemas do que resolve-los. Mas aqui o manifesto fala mais especificamente sobre arquivos de ajuda, por exemplo. Uma interface simples e funcional dispensa uma documentação que explique como funciona.
- Customer collaboration over contract negotiation
Aqui sim fala sobre o problema de documentar problemas. Mais especificamente, gastar tempo negociando valores, tentando fechar prazos furados e projetos imprevisiveis. O foco poderia ser, por exemplo, o mesmo adotado na relação de empresa - funcionário: cria-se um ambiente colaborativo e simplesmente determina-se um custo periódico, que geralmente é mensal, mas recomendo semanal.
- Responding to change over following a plan
Conseqüência natural da idéia acima. O plano pode e até deve ser traçado, mas jamais assumido como um dogma. Define-se somente os aspectos gerais, e deixa os detalhes para serem ajustados no dia a dia. O mais importante é a dedicação em concluir. Pode-se dar estimativas, mas não se deve apertar prazos achando que isso dá resultado. Basta analisar tantos casos.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
trabalho
Tem basicamente duas coisas com as quais estou ocupando meu tempo hoje, e a primeira é o trabalho. Desde o começo. Sempre que tive qualquer trabalho, foi essa minha prioridade.
O problema é que o trabalho não me prioriza da mesma forma. Hoje entendo isso, e acredito que ninguém consegue fazer isso simplesmente por que têm outras prioridades. Ninguém se importa tanto com trabalho. Por menos que pareça, até pra mim mesmo, eu sempre me importei mais do que os próprios donos de cada empresa.
Bem, por isso terminei buscando ter outras prioridades também. E a minha outra prioridade hoje está sendo meu conturbadíssimo namoro. Começou neste mês, com o primeiro e único beijo, e só vi ela 3 vezes desde então. A partir de hoje, pretendo dedicar cada vez mais tempo a isso, e cada vez menos tempo ao trabalho. Respeitando as 170 horas mensais.
Não existe mágica, não sou super dotado de poderes ou intelecto. Se acreditam que consigo produzir bem, não é por que possuo um dom. É simples organização. E consigo fazer isso com basicamente qualquer coisa. Contudo ainda tenho um grande problema em escrever textos mais sucintos. Isso por que escrever não é nem um pouco fácil, por mais que pareça.
Digo isso por que neste trabalho eu já disse desde o começo que não queria fazer linha de produção, programação. E disse isso por que me frustra fazer coisas que jamais serão efetivamente usadas. Me pedem pra fazer tanta coisa inútil, só por que consigo fazer... Tanta coisa que eu olho pra frente e não vejo futuro. Dá pra saber que não tem utilidade.
Mas pedem. E pagam pra ver. E estão pagando cada vez mais caro. E ainda não é suficiente pra me animar, por que os custos mais caros vêm juntos. Qualquer um com algum tempo no mercado sabe que salário maior não é sinônimo de ganho maior. E no meu caso o ganho é ainda mais díficil de ser concretizado, pois não tenho 1 centavo investido no meu nome.
Pode-se dizer que tudo que já tive, investi ao máximo no meu próprio intelecto. Mas isso ainda não surtiu rendimento. Felizmente, está começando a dar sinais.
Hoje, no trabalho, executei as tarefas que o líder técnico pediu. Não tenho um relatório da situação, mas tenho certeza que, assim como no meu primeiro dia de trabalho, minha produtividade hoje, e nos últimos dias, foi pelo menos o dobro do segundo melhor em produtividade da equipe. E ele é bom. Melhor que eu em vários aspectos.
O que quero fazer neste trabalho atual, na Sterling, é exatamente melhorar a forma como eu vejo que o trabalho é feito. E sei resolver problemas técnicos, mas preciso saber quais são. Preciso de acesso aos dados. Todo e qualquer dado da empresa. Infelizmente, já senti, e me frustrei, ao saber que isso não existe. Não está disponível. Ninguém quer informar. Sim, isso inclui principalmente movimentação de dinheiro. Não, não estou interessado em lucro. Nunca estive.
Vou tentar explicar meu conceito de dinheiro em poucas palavras...
Acredito que dinheiro é a principal base dos problemas de uma empresa não pela falta ou pelo excesso mas sim pela distonância de valores. O ganho de cada membro da costuma estar vinculado diretamente, e quase exclusivamente, com cada respectiva responsabilidade. Se pensar em dinheiro como um captador de recursos humanos, isso está relativamente correto. Mas a moeda é uma troca de bens materiais, desde o princípio, e o ser humano não é um bem material.
O erro no conceito traz conseqüências das mais diversas. E esse é um conceito extremamente díficil de entender, talvez pela simplicidade.
A abordagem tem que ser de transparência. Informações jamais devem ser escondidas, apenas organizadas. A comunicação entre qualquer membro deve ser irrestringível, mas não irrestrita. E para isso tudo já existem ferramentas que são subutilizadas na tecnologia da informação, incluindo o próprio sistema de mensagens. O exemplo simples é comparar o gmail com o resto, assim como o google com o resto dos sistemas de busca.
Quanto a isso falarei mais depois. A questão hoje foi começar a mudar, coincidentemente com o fim do ano, minha prioridade para com o trabalho. Isso vai implicar em reduzir minha produtividade mas é um custo com o qual eu posso arcar e ainda me manter nos padrões do mercado, e o valor que me pagam. Já que é isso que insistem em demonstrar que querem.
O problema é que o trabalho não me prioriza da mesma forma. Hoje entendo isso, e acredito que ninguém consegue fazer isso simplesmente por que têm outras prioridades. Ninguém se importa tanto com trabalho. Por menos que pareça, até pra mim mesmo, eu sempre me importei mais do que os próprios donos de cada empresa.
Bem, por isso terminei buscando ter outras prioridades também. E a minha outra prioridade hoje está sendo meu conturbadíssimo namoro. Começou neste mês, com o primeiro e único beijo, e só vi ela 3 vezes desde então. A partir de hoje, pretendo dedicar cada vez mais tempo a isso, e cada vez menos tempo ao trabalho. Respeitando as 170 horas mensais.
Não existe mágica, não sou super dotado de poderes ou intelecto. Se acreditam que consigo produzir bem, não é por que possuo um dom. É simples organização. E consigo fazer isso com basicamente qualquer coisa. Contudo ainda tenho um grande problema em escrever textos mais sucintos. Isso por que escrever não é nem um pouco fácil, por mais que pareça.
Digo isso por que neste trabalho eu já disse desde o começo que não queria fazer linha de produção, programação. E disse isso por que me frustra fazer coisas que jamais serão efetivamente usadas. Me pedem pra fazer tanta coisa inútil, só por que consigo fazer... Tanta coisa que eu olho pra frente e não vejo futuro. Dá pra saber que não tem utilidade.
Mas pedem. E pagam pra ver. E estão pagando cada vez mais caro. E ainda não é suficiente pra me animar, por que os custos mais caros vêm juntos. Qualquer um com algum tempo no mercado sabe que salário maior não é sinônimo de ganho maior. E no meu caso o ganho é ainda mais díficil de ser concretizado, pois não tenho 1 centavo investido no meu nome.
Pode-se dizer que tudo que já tive, investi ao máximo no meu próprio intelecto. Mas isso ainda não surtiu rendimento. Felizmente, está começando a dar sinais.
Hoje, no trabalho, executei as tarefas que o líder técnico pediu. Não tenho um relatório da situação, mas tenho certeza que, assim como no meu primeiro dia de trabalho, minha produtividade hoje, e nos últimos dias, foi pelo menos o dobro do segundo melhor em produtividade da equipe. E ele é bom. Melhor que eu em vários aspectos.
O que quero fazer neste trabalho atual, na Sterling, é exatamente melhorar a forma como eu vejo que o trabalho é feito. E sei resolver problemas técnicos, mas preciso saber quais são. Preciso de acesso aos dados. Todo e qualquer dado da empresa. Infelizmente, já senti, e me frustrei, ao saber que isso não existe. Não está disponível. Ninguém quer informar. Sim, isso inclui principalmente movimentação de dinheiro. Não, não estou interessado em lucro. Nunca estive.
Vou tentar explicar meu conceito de dinheiro em poucas palavras...
Acredito que dinheiro é a principal base dos problemas de uma empresa não pela falta ou pelo excesso mas sim pela distonância de valores. O ganho de cada membro da costuma estar vinculado diretamente, e quase exclusivamente, com cada respectiva responsabilidade. Se pensar em dinheiro como um captador de recursos humanos, isso está relativamente correto. Mas a moeda é uma troca de bens materiais, desde o princípio, e o ser humano não é um bem material.
O erro no conceito traz conseqüências das mais diversas. E esse é um conceito extremamente díficil de entender, talvez pela simplicidade.
A abordagem tem que ser de transparência. Informações jamais devem ser escondidas, apenas organizadas. A comunicação entre qualquer membro deve ser irrestringível, mas não irrestrita. E para isso tudo já existem ferramentas que são subutilizadas na tecnologia da informação, incluindo o próprio sistema de mensagens. O exemplo simples é comparar o gmail com o resto, assim como o google com o resto dos sistemas de busca.
Quanto a isso falarei mais depois. A questão hoje foi começar a mudar, coincidentemente com o fim do ano, minha prioridade para com o trabalho. Isso vai implicar em reduzir minha produtividade mas é um custo com o qual eu posso arcar e ainda me manter nos padrões do mercado, e o valor que me pagam. Já que é isso que insistem em demonstrar que querem.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
online vs offline
Why is google notebook a bad idea? That's how I got to this subject.
I'll try to be brief, at first...
CVS is the first form of controlling versioning system that I know of. Although I've never used it myself, I know it's old, and there's the "new" SVN, which is also outdated nowadays. I've tried using bazaar, and it seems nice, but smoething is still missing there. Dropbox, which I'm happily using across windows and linux, does have a CVS alike system, but I haven't really tried it. It's really promising, because it's the first one I've seem that can handle online and offline quite well. Why? Because it's simple and uses a lot of simple built-in technologies that new tools such as google notebook choose to ignore and forget that exist. Things like a user's file system and local storage (the first purpose of hard drive). Computers nowadays don't need HD if they're connected to the internet. But it's still really usefull to have your own offline box from time to time.
Wikipedia, by far, is the best online CVS i've seem. It's about perfect. But it's missing the offline part, and every issue that comes along with syncing those. rsync seems like a great tool to help with syncing issues but it lacks a decent GUI. And that's a big down. JFileSync does most of the job, although not as powerfull as rsync, it's portable. Supposedly. I can't make it work flawless on linux.
Well... With all that, I'm trying to find a solution where all that is merged, and working. Not a merged tool, I hate Microsoft for insisting on doing that kind of thing. A merged solution. It's something that can integrate many tools or not. That depends on the needs, and on what's already done, with solid background and/or functionality. Well designed tools which were sucessfully applied without trying to be a freaking swiss-knife-army, such as Microsoft Word or even Windows. Or even google notebook.
By the way, I've loved notebook for quite a while for its usefulness and simplicity, but after some considerations, it's google turning same wrong sideway ms did a while ago.
I'll try to be brief, at first...
CVS is the first form of controlling versioning system that I know of. Although I've never used it myself, I know it's old, and there's the "new" SVN, which is also outdated nowadays. I've tried using bazaar, and it seems nice, but smoething is still missing there. Dropbox, which I'm happily using across windows and linux, does have a CVS alike system, but I haven't really tried it. It's really promising, because it's the first one I've seem that can handle online and offline quite well. Why? Because it's simple and uses a lot of simple built-in technologies that new tools such as google notebook choose to ignore and forget that exist. Things like a user's file system and local storage (the first purpose of hard drive). Computers nowadays don't need HD if they're connected to the internet. But it's still really usefull to have your own offline box from time to time.
Wikipedia, by far, is the best online CVS i've seem. It's about perfect. But it's missing the offline part, and every issue that comes along with syncing those. rsync seems like a great tool to help with syncing issues but it lacks a decent GUI. And that's a big down. JFileSync does most of the job, although not as powerfull as rsync, it's portable. Supposedly. I can't make it work flawless on linux.
Well... With all that, I'm trying to find a solution where all that is merged, and working. Not a merged tool, I hate Microsoft for insisting on doing that kind of thing. A merged solution. It's something that can integrate many tools or not. That depends on the needs, and on what's already done, with solid background and/or functionality. Well designed tools which were sucessfully applied without trying to be a freaking swiss-knife-army, such as Microsoft Word or even Windows. Or even google notebook.
By the way, I've loved notebook for quite a while for its usefulness and simplicity, but after some considerations, it's google turning same wrong sideway ms did a while ago.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Buscando um lugar
a primeira vez que parti pra buscar um lugar pra morar, encontrei um lugar otimo, ideal pra epoca, em 1 dia de procura, num jornal local, por conselho de quem ja morava por la. isso foi nos EUA, em NJ. morava em uma cidade e encontrei em outra. fechei o negocio no mesmo dia, se bem me lembro, e em 1 semana ja tinha me mudado, comprado cama, sofa e fui aos poucos ajeitando o resto com ajuda da recem chegada mae. o lugar eh relativamente caro, mas isso devido a estrutura necessaria, de aquecimento do ar e da agua, e a constante manutencao disso tudo. ainda assim, esta dentro do salario pago, em empregos faceis de encontrar. tudo direto com proprietario.
a segunda vez, ja de volta a Sao Paulo, foi catastrofico. nao soh nao tinha emprego, ou seja, condicoes de bancar um lugar, como nem me lembro mais por onde passei, mas sei que tive que ficar na casa de amigos e familiares. por fim, com ajuda de custo da mae, cerca de U$150 por mes, arrumei uma pensao proximo aa faculdade, depois de 1 semana de busca.
a terceira vez, em Piracicaba, foi pior ainda. passei 1 semana pra encontrar um lugar onde pudesse procurar uma pensao, depois de pesquisar em TODAS imobiliarias da cidade e desistir. 1 dia pra visitar as opcoes, e daih 1 ano pulando de uma pensao / republica pra outra pq nenhuma satisfazia minhas necessidades de cada momento em particular, e por que alugar um imovel era impensavel. eu tinha renda mais que suficiente, mas as imobiliarias exigem muito mais que isso, documentos que nada provam e apenas servem como um filtro arbitrario para uma virtual seguranca aos locadores de que o locatario ira cumprir com um acordo.
nada sequer proximo da facilidade da primeira vez. na qual aluguei um apartamento. pequeno, mas completo.
a quarta vez eh agora. faz 1 mes que estou procurando um lugar, desisti. fui 2 dias atras pra um lugar temporario ateh conseguir encontrar um lugar onde consiga ter um bom espaco. no fundo sei que aqui no Brasil essa possibilidade eh quase nula. basta olhar ao redor, entender um pouco de economia e ter uma visao global. ja sei que nao adianta imobiliaria, pois ja vi que sao equivalentes a de Piracicaba, e de nada ajudam, apesar de que em sampa parece existirem excessoes.
mas bem, eis como achei o lugar que vou ficar no proximo mes:
http://www.google.com/search?num=50&hl=en&q=site%3Acidadesaopaulo.olx.com.br+aluguel+mobiliado+banheiro+sao+paulo+-buscando+-procurando+-procuro
e aqui estao lugares que cogitei antes dessa decisao, misturado com lugares que ainda deverei cogitar:
http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&hl=en&msa=0&msid=116884700952940186749.0004356604683086b9cf9&ll=-23.598048,-46.715412&spn=0.019034,0.038581&z=15
em vermelho sao os pontos que trabalho / trabalharei ou ha possibilidade, sem contar tantos outros que ainda estao por vir. por isso, e pela dificuldade em ficar me mudando (que seria o ideal) preciso de um lugar meio central, o que tambem facilita o transporte. essa eh a parte simples, a localizacao eh soh isso.
em amarelo sao pensoes e vagas. em verde, apartamentos. em qualquer caso quero um lugar independente, organizado e arrumado, e sem qualquer burocracia. pode ser com imobiliaria contanto que seja um bom espaco pra dividir os custos, e aceite deposito. nao tenho nem pretendo buscar fiador. muito menos seguro fianca. procuro um lugar em que eu termine gastando no maximo 1 mil por mes sozinho, mas eh um valor que vou procurar dividir com mais alguem, ou muito talvez com outras 2 pessoas. nao sei se alguem consegue entender isso, nao eh tao simplorio qto pode parecer.
a diferenca da vida entre os dois paises que morei eh estrondosa, por inumeraveis motivos.
nao quero possuir imoveis, quero poder caminhar ate o trabalho, soh preciso de um lugar pra dormir que seja proximo. hoteis tem um preco inviavel per noite e a necessidade de roupas limpas torna dificil ateh mesmo isso. o custo total de nao ter um lugar fixo, e manter um bom padrao, deve se aproximar de R$4 mil por mes, contando com a necessidade de um carro somente para ter um lugar para deixar coisas basicas como roupa. sem carro, consegue baixar pra R$3 mil, mas a mobilidade desce e possibilita mudar somente 1 vez por mes. ter um lugar fixo, contudo, custa cerca de R$2 mil por mes, mas gasta-se uma quantidade de horas no transporte que pode sair caro, ja relativo ao suposto salario necessario pra sobreviver no primeiro caso. qualquer coisa abaixo disso, em sao paulo, requer um capital inicial, um investimento alheio alem do proprio, ou uma qualidade de vida bem baixa.
em paises melhores, tenho quase certeza de que o custo pros tres casos nao difere de forma significativa. pode-se ateh pensar num trailer, se for essa sua necessidade de trabalho.
bem... misturei muita coisa, escrevi demais sobre coisas nada praticas, e me ajudei um pouco a repensar o que estou fazendo, mas ja estou ha tempo demais devagando, e ja tem lixo demais escrito.
no fundo, pouco importa um lugar pra morar, minha busca nao eh tao pontual.
a segunda vez, ja de volta a Sao Paulo, foi catastrofico. nao soh nao tinha emprego, ou seja, condicoes de bancar um lugar, como nem me lembro mais por onde passei, mas sei que tive que ficar na casa de amigos e familiares. por fim, com ajuda de custo da mae, cerca de U$150 por mes, arrumei uma pensao proximo aa faculdade, depois de 1 semana de busca.
a terceira vez, em Piracicaba, foi pior ainda. passei 1 semana pra encontrar um lugar onde pudesse procurar uma pensao, depois de pesquisar em TODAS imobiliarias da cidade e desistir. 1 dia pra visitar as opcoes, e daih 1 ano pulando de uma pensao / republica pra outra pq nenhuma satisfazia minhas necessidades de cada momento em particular, e por que alugar um imovel era impensavel. eu tinha renda mais que suficiente, mas as imobiliarias exigem muito mais que isso, documentos que nada provam e apenas servem como um filtro arbitrario para uma virtual seguranca aos locadores de que o locatario ira cumprir com um acordo.
nada sequer proximo da facilidade da primeira vez. na qual aluguei um apartamento. pequeno, mas completo.
a quarta vez eh agora. faz 1 mes que estou procurando um lugar, desisti. fui 2 dias atras pra um lugar temporario ateh conseguir encontrar um lugar onde consiga ter um bom espaco. no fundo sei que aqui no Brasil essa possibilidade eh quase nula. basta olhar ao redor, entender um pouco de economia e ter uma visao global. ja sei que nao adianta imobiliaria, pois ja vi que sao equivalentes a de Piracicaba, e de nada ajudam, apesar de que em sampa parece existirem excessoes.
mas bem, eis como achei o lugar que vou ficar no proximo mes:
http://www.google.com/search?num=50&hl=en&q=site%3Acidadesaopaulo.olx.com.br+aluguel+mobiliado+banheiro+sao+paulo+-buscando+-procurando+-procuro
e aqui estao lugares que cogitei antes dessa decisao, misturado com lugares que ainda deverei cogitar:
http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&hl=en&msa=0&msid=116884700952940186749.0004356604683086b9cf9&ll=-23.598048,-46.715412&spn=0.019034,0.038581&z=15
em vermelho sao os pontos que trabalho / trabalharei ou ha possibilidade, sem contar tantos outros que ainda estao por vir. por isso, e pela dificuldade em ficar me mudando (que seria o ideal) preciso de um lugar meio central, o que tambem facilita o transporte. essa eh a parte simples, a localizacao eh soh isso.
em amarelo sao pensoes e vagas. em verde, apartamentos. em qualquer caso quero um lugar independente, organizado e arrumado, e sem qualquer burocracia. pode ser com imobiliaria contanto que seja um bom espaco pra dividir os custos, e aceite deposito. nao tenho nem pretendo buscar fiador. muito menos seguro fianca. procuro um lugar em que eu termine gastando no maximo 1 mil por mes sozinho, mas eh um valor que vou procurar dividir com mais alguem, ou muito talvez com outras 2 pessoas. nao sei se alguem consegue entender isso, nao eh tao simplorio qto pode parecer.
a diferenca da vida entre os dois paises que morei eh estrondosa, por inumeraveis motivos.
nao quero possuir imoveis, quero poder caminhar ate o trabalho, soh preciso de um lugar pra dormir que seja proximo. hoteis tem um preco inviavel per noite e a necessidade de roupas limpas torna dificil ateh mesmo isso. o custo total de nao ter um lugar fixo, e manter um bom padrao, deve se aproximar de R$4 mil por mes, contando com a necessidade de um carro somente para ter um lugar para deixar coisas basicas como roupa. sem carro, consegue baixar pra R$3 mil, mas a mobilidade desce e possibilita mudar somente 1 vez por mes. ter um lugar fixo, contudo, custa cerca de R$2 mil por mes, mas gasta-se uma quantidade de horas no transporte que pode sair caro, ja relativo ao suposto salario necessario pra sobreviver no primeiro caso. qualquer coisa abaixo disso, em sao paulo, requer um capital inicial, um investimento alheio alem do proprio, ou uma qualidade de vida bem baixa.
em paises melhores, tenho quase certeza de que o custo pros tres casos nao difere de forma significativa. pode-se ateh pensar num trailer, se for essa sua necessidade de trabalho.
bem... misturei muita coisa, escrevi demais sobre coisas nada praticas, e me ajudei um pouco a repensar o que estou fazendo, mas ja estou ha tempo demais devagando, e ja tem lixo demais escrito.
no fundo, pouco importa um lugar pra morar, minha busca nao eh tao pontual.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Desempregado
Estou há 8 meses desempregado, e fazem 2 meses que isso começou a pesar. Muito. Estou até mesmo cogitando pegar um trabalho das 05h às 12h da manhã, em um call center (Tellus), que paga R$450. Estaria ganhando menos, pra não dizer "insuficiente", e gastando mais tempo que no meu primeiro emprego, em 1996, como auxiliar num laboratório de informática. Completa falta de opção. Neste serviço eu certamente estaria entediado desde o primeiro minuto.
Milagrosamente, recebi um telefonema oferecendo uma vaga que eu vinha procurando há algum tempo, de Coordenador em Tecnologia da Informação, e tive uma leve esperança de que poderia dar certo, seguida da usual expectativa de que seria provavelmente no máximo mais um processo seletivo em vão. Eu estive em cerca de uma dúzia desses desde o ano passado, quando fiz um da Catho, para trabalhar na mesma. E não deu outra. Desta vez consegui um motivo, sem querer: supostamente fui descartado por receio de que eu pudesse durar pouco no cargo, já que "meu objetivo era outro". Nem eu sei ao certo meu objetivo ainda, mas o selecionador sabia. Agora eu sei que eu tinha boas chances de me encaixar direitinho no perfil, isso pouco importa, apesar dele aparentemente compartilhar minha opinião nisso.
Todos trabalhos que já tive até hoje foram por indicação direta ou o empregador entrou em contato direto comigo, através do meu currículo ou qualquer outro meio, sem um processo seletivo, sem uma pessoa no meio tentando filtrar dezenas de candidatos para uma vaga. Eu nunca passei nesses processos. E já passei na FUVEST, assim como sei que posso passar em qualquer teste técnico a que me propuser. Por que não consigo então passar das "dinâmicas em grupo"?
Logo, me perguntando por que, parece que o problema não está, afinal, em mim... É simplesmente um jogo de mentiras que, assim como um namoro, eu nunca me propus a aprender a jogar. A sinceridade é detectada e vista como um ponto negativo, pois alguém que não é sincero não vai citar pontos que não sejam atraentes aos olhos de quem quer que esteja julgando e procurando problemas. Encontrar um problema não é visto como "bom, pelo menos eu sei um pouco melhor com o que estou lidando" mas sim ingenuamente como "xi, este não é perfeito, próximo candidato".
Nessas horas eu gostaria muito de trabalhar em um cargo de selecionar pessoas só para entender melhor como pode ser feito de forma tão errada... Torcendo para que não seja "só isso". Não que seja um problema simples de resolver, mas certamente criar tramas para fingir que está resolvido não ajuda mais que atrapalha, no final das contas, a empresa.
Milagrosamente, recebi um telefonema oferecendo uma vaga que eu vinha procurando há algum tempo, de Coordenador em Tecnologia da Informação, e tive uma leve esperança de que poderia dar certo, seguida da usual expectativa de que seria provavelmente no máximo mais um processo seletivo em vão. Eu estive em cerca de uma dúzia desses desde o ano passado, quando fiz um da Catho, para trabalhar na mesma. E não deu outra. Desta vez consegui um motivo, sem querer: supostamente fui descartado por receio de que eu pudesse durar pouco no cargo, já que "meu objetivo era outro". Nem eu sei ao certo meu objetivo ainda, mas o selecionador sabia. Agora eu sei que eu tinha boas chances de me encaixar direitinho no perfil, isso pouco importa, apesar dele aparentemente compartilhar minha opinião nisso.
Todos trabalhos que já tive até hoje foram por indicação direta ou o empregador entrou em contato direto comigo, através do meu currículo ou qualquer outro meio, sem um processo seletivo, sem uma pessoa no meio tentando filtrar dezenas de candidatos para uma vaga. Eu nunca passei nesses processos. E já passei na FUVEST, assim como sei que posso passar em qualquer teste técnico a que me propuser. Por que não consigo então passar das "dinâmicas em grupo"?
Logo, me perguntando por que, parece que o problema não está, afinal, em mim... É simplesmente um jogo de mentiras que, assim como um namoro, eu nunca me propus a aprender a jogar. A sinceridade é detectada e vista como um ponto negativo, pois alguém que não é sincero não vai citar pontos que não sejam atraentes aos olhos de quem quer que esteja julgando e procurando problemas. Encontrar um problema não é visto como "bom, pelo menos eu sei um pouco melhor com o que estou lidando" mas sim ingenuamente como "xi, este não é perfeito, próximo candidato".
Nessas horas eu gostaria muito de trabalhar em um cargo de selecionar pessoas só para entender melhor como pode ser feito de forma tão errada... Torcendo para que não seja "só isso". Não que seja um problema simples de resolver, mas certamente criar tramas para fingir que está resolvido não ajuda mais que atrapalha, no final das contas, a empresa.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Lûscher test
Your Existing Situation
Works well in cooperation with others. Needs a personal life of mutual understanding and freedom from discord.
Your Stress Sources
Delights in the tasteful, the gracious, and the sensitive, but maintains his attitude of critical appraisal and refuses to be swept off his feet unless genuineness and integrity can be absolutely vouched for. Therefore keeps a strict and watchful control on his emotional relationships as he must know exactly where he stands. Demands complete sincerity as a protection against his own tendency to be too trusting.
Your Restrained Characteristics
Circumstances are forcing him to compromise, to restrain his demands and hopes, and to forgo for the time being some of the things he wants.
Able to achieve satisfaction through sexual activity.
Your Desired Objective
His need to feel more causative and to have a wider sphere of influence makes him restless and he is driven by his desires and hopes. May try to spread his activities over too wide a field.
Your Actual Problem
Intensely critical of the existing conditions which he feels are disorganized or insufficiently clear-cut. Is therefore seeking some solution which will clarify the situation and introduce a more acceptable degree of order and method.
Your Actual Problem #2
The fear that he may be prevented from achieving the things he wants leads him into a relentless search for satisfaction in the pursuit of illusory or meaningless activities.
Works well in cooperation with others. Needs a personal life of mutual understanding and freedom from discord.
Your Stress Sources
Delights in the tasteful, the gracious, and the sensitive, but maintains his attitude of critical appraisal and refuses to be swept off his feet unless genuineness and integrity can be absolutely vouched for. Therefore keeps a strict and watchful control on his emotional relationships as he must know exactly where he stands. Demands complete sincerity as a protection against his own tendency to be too trusting.
Your Restrained Characteristics
Circumstances are forcing him to compromise, to restrain his demands and hopes, and to forgo for the time being some of the things he wants.
Able to achieve satisfaction through sexual activity.
Your Desired Objective
His need to feel more causative and to have a wider sphere of influence makes him restless and he is driven by his desires and hopes. May try to spread his activities over too wide a field.
Your Actual Problem
Intensely critical of the existing conditions which he feels are disorganized or insufficiently clear-cut. Is therefore seeking some solution which will clarify the situation and introduce a more acceptable degree of order and method.
Your Actual Problem #2
The fear that he may be prevented from achieving the things he wants leads him into a relentless search for satisfaction in the pursuit of illusory or meaningless activities.
domingo, 8 de junho de 2008
Kawsay School
Adicionei uma qualificação no meu curriculum hoje. Me formei na "Kawsay School", entre jan de 2005 e jan de 2006. O nome eu inventei, misturando significados do idioma Quíchua, falado pelos incas. Traduzindo: "Escola da Vida".
Afinal, ainda não consegui fazer um toefl, mas já fiz um simulado e tenho um bom score (sem estudar, e sem praticar inglês por pelo menos um ano, fiz 560 de 640, suficiente para ser aceito em basicamente qualquer universidade). E similarmente, se existisse uma forma de me certificar em Tecnologia da Informação, eu certamente teria também uma nota excelente.
Afinal, ainda não consegui fazer um toefl, mas já fiz um simulado e tenho um bom score (sem estudar, e sem praticar inglês por pelo menos um ano, fiz 560 de 640, suficiente para ser aceito em basicamente qualquer universidade). E similarmente, se existisse uma forma de me certificar em Tecnologia da Informação, eu certamente teria também uma nota excelente.
domingo, 1 de junho de 2008
Ano Incrível
Sempre tive alguns sonhos, normais à maioria, perseguidos por poucos... Fazer mágica, descubrir novas misturas químicas, criar jogos eletrônicos, produzir filmes... Também tive vontade de fazer o que todos perseguem como ser jogador de futebol ou basquete, mas nunca aparecer na frente de uma câmera. Nunca quis ser famoso. Reconhecido sim, poder ver grandes feitos que "realizei" também. Mas que o mínimo de pessoas soubessem a respeito. Nunca quis, também, ser especialista em uma coisa só. Talvez isso seja uma indecisão, ou talvez uma decisão burra, mas continua sendo minha opção até hoje. Não tenho uma especialidade.
Mas uma dessas minhas paixões, por tecnologia, me jogou numa ladeira onde comecei a trabalhar profissionalmente com programação em 1998 e não consegui sair da bola de neve que isso fez da minha vida até o começo deste ano de 2008. Na verdade, acho que o processo começou em 1996, com o curso de Processamento de Dados que escolhi, naturalmente, pois era a opção que mais me agradava entre o que podia escolher fazer, e eu já conhecia um bocado a respeito. A questão é que entre 1998 e 2002 eu não sentia problema algum em fazer isso, parecia bom, talvez tenha sido mesmo... Mas meio que repentinamente eu não consegui manter o ritmo e no fundo comecei a adoecer até um limite em que simplesmente não podia trabalhar mais. Olhando pra trás, o meu rendimento nunca foi satisfatório (pro que eu queria) e muito menos valeu a pena (pelos resultados). Engraçado que eu lembro de ter tido que escolher uma senha, em 1998, quando no meu primeiro trabalho, para meu usuário na rede... E, entre letras e números, escolhi "2007", uma senha que gosto de chamar de "senha pública".
Bem, em janeiro de 2007 eu tive um convite para uma entrevista ao emprego em que trabalhei ateh janeiro de 2008. Fui bem em toda parte técnica como de costume. E fiz também uma redação falando de todos problemas que eu tinha com trabalho, em manter o ritmo, acho que até citei os problemas de saúde atuais que me impediram de trabalhar regularmente nos anos anteriores. Eu não estava querendo causar problemas e queria deixar bem claro que estava disposto a tentar mudar tudo, mas totalmente sem esperanças. Por um motivo ou outro, me aceitaram mesmo assim, o que me surpreendeu e de certa forma me animou um pouco. Seria uma vida nova, sozinho, ganhando suficiente pra recomeçar de novo, apesar que ainda um pouco inferior ao meu salário em 2001, e tendo que trabalhar mais. Pois bem, comecei em fevereiro e fui atrás de um lugar pra morar, enquanto me hospedava num hotel pago pela empresa. Um pequeno incentivo que é sempre bem vindo para animar.
Eu já havia antes, enquanto nos EUA, passado por isso. Cidade nova, trabalho novo, busco um lugar, me alojo, arrumo como posso, e vou me adaptando. Passei por isso quando voltei pro Brasil também, desta vez sem uma renda, sem trabalho, em São Paulo, e me arranjei de alguma forma mesmo assim. Não tive maiores problemas até então. Mas desta vez, a cidade que fui parar (Piracicaba, muito bonita por sinal) tinha uma máfia gigante de imobiliárias e não tornava nem um pouco simples alugar um espaço pra morar. Precisava de muitos papéis e documentos que eu não teria menor condição de arranjar, ou um capital absurdo que eu também não possuia. Burocracia na sua pior forma. Procurei em todas. Procurei flats, inexistente. Proprietários, nenhum faria sem a máfia, com medo da falta de proteção do sistema judiciário. A única opção que encontrei por todo tempo que morei lá foi sublocar. Pensões, na maioria das vezes. Por um tempo morei com um amigo do trabalho, mas isso é bem mais pra frente.
Foi buscando esse lugar pra morar que começou algo que eu não esperava acontecer... Afinal, em toda minhas frustradas tentativas, e experiências negativas, somado ao fato de nunca ter parado para buscar, eu continuava sem qualquer tipo de plano ou esforço em direção a conseguir aquilo que a sociedade veria como uma namorada. Eu prefiro imaginar que seria alguém com quem eu não precisaria me preocupar com ciúmes, pra começar, o que por si só já elimina qualquer definição convencional de namoro. Falta um nome pra me fazer entender melhor aqui, eventualmente encontro ou invento um. Antigamente eu me acolhia com amigos, as vezes com amigas, mas esses cresceram e tiveram que assumir papéis sociais que nos distanciaram muito mais do que eu gostaria.
Mas bem, encontrei uma garota de 20 anos que estava também procurando um lugar e se mudando pra cidade. Tentando encurtar um pouco essa parte da histórinha, ela se tornou minha melhor amiga e confidente por cerca de 6 meses. Mas era muito volátil e, na falta de uma palavra melhor, desjuizada. Moramos junto por alguns meses, tentei "namora-la", ela não quis por vários motivos.
Pelo menos pude aprender muito nesse tempo, essa foi certamente a melhor parte. Só por querer tanto ficar junto, apesar de todos pesares, ajudou bastante a melhorar minha auto-estima, eventualmente com algumas atitudes também. Principalmente ao me ajudar, incrivelmente, a ficar com uma outra garota, de 23, com quem troquei pela primeira vez um beijo e na cama. Foi muito bom passar pela experiência. Mas nada disso durou, e tudo se desmanchou muito mais rapidamente do que se formou. A "minha" garota foi pra outra cidade, de volta pro então namorado, possivelmente temendo por algo que eu disse.
Enquanto isso, eu e minha amiga terminamos brigando, nos separamos. Cerca de 2 meses mais tarde ela até admitiu de certa forma que estava errada, e pediu tanto pra eu voltar que tentamos viver juntos de novo por um tempo. Na época eu tinha acabado de ser demitido e ela ofereceu, de certa forma, me ajudar um pouco com custos, mas acho que no fim era só por interesse pois nunca mais voltamos a conversar direito, e ela acabou me trocando pelos novos relacionamentos que já tinha formado, além de rompido com a promessa de novo.
Ela foi uma pessoa que vivia criando problemas e fugindo deles ao mesmo tempo. Gostaria de saber dimensionar melhor se foi bom ou ruim no fim. Teria certamente sido bom se ela simplesmente cumprisse com a palavra. Pra ela, eu acredito que tenha sido bom, afinal, egoísta do jeito que era não tinha como perder algo comigo. Nada de falsa modéstia, não acho que seja algo bom sair perdendo numa relação, mas a verdade é que eu gosto demais das pessoas num geral pra me permitir a hipocrisia de cometer erros que eu jamais gostaria que ocorressem comigo, e pelo menos pude aprender um bocado de como conseguir evitar isso ao mesmo tempo de não me perjudicar tanto no processo. Talvez eu não tenha perdido tanto quanto parece no fim, e ela não tenha saído com o melhor da relação. Talvez.
Nisso, o ano de 2007 já tinha se acabado, assim como tudo que fiz nele já tinha ficado pra trás, com excessão de várias novas amizades, e duas em especial com quem mantenho um certo contato até hoje, apesar da nova distância. Mas essa história fica pra próxima vez que conseguir me insipirar pra escrever de novo.
Espero não ter sido muito inescrupuloso com as palavras... Pois sei de longa data que não consigo me fazer entender direito usando as malditas letras ajuntadas.
Mas uma dessas minhas paixões, por tecnologia, me jogou numa ladeira onde comecei a trabalhar profissionalmente com programação em 1998 e não consegui sair da bola de neve que isso fez da minha vida até o começo deste ano de 2008. Na verdade, acho que o processo começou em 1996, com o curso de Processamento de Dados que escolhi, naturalmente, pois era a opção que mais me agradava entre o que podia escolher fazer, e eu já conhecia um bocado a respeito. A questão é que entre 1998 e 2002 eu não sentia problema algum em fazer isso, parecia bom, talvez tenha sido mesmo... Mas meio que repentinamente eu não consegui manter o ritmo e no fundo comecei a adoecer até um limite em que simplesmente não podia trabalhar mais. Olhando pra trás, o meu rendimento nunca foi satisfatório (pro que eu queria) e muito menos valeu a pena (pelos resultados). Engraçado que eu lembro de ter tido que escolher uma senha, em 1998, quando no meu primeiro trabalho, para meu usuário na rede... E, entre letras e números, escolhi "2007", uma senha que gosto de chamar de "senha pública".
Bem, em janeiro de 2007 eu tive um convite para uma entrevista ao emprego em que trabalhei ateh janeiro de 2008. Fui bem em toda parte técnica como de costume. E fiz também uma redação falando de todos problemas que eu tinha com trabalho, em manter o ritmo, acho que até citei os problemas de saúde atuais que me impediram de trabalhar regularmente nos anos anteriores. Eu não estava querendo causar problemas e queria deixar bem claro que estava disposto a tentar mudar tudo, mas totalmente sem esperanças. Por um motivo ou outro, me aceitaram mesmo assim, o que me surpreendeu e de certa forma me animou um pouco. Seria uma vida nova, sozinho, ganhando suficiente pra recomeçar de novo, apesar que ainda um pouco inferior ao meu salário em 2001, e tendo que trabalhar mais. Pois bem, comecei em fevereiro e fui atrás de um lugar pra morar, enquanto me hospedava num hotel pago pela empresa. Um pequeno incentivo que é sempre bem vindo para animar.
Eu já havia antes, enquanto nos EUA, passado por isso. Cidade nova, trabalho novo, busco um lugar, me alojo, arrumo como posso, e vou me adaptando. Passei por isso quando voltei pro Brasil também, desta vez sem uma renda, sem trabalho, em São Paulo, e me arranjei de alguma forma mesmo assim. Não tive maiores problemas até então. Mas desta vez, a cidade que fui parar (Piracicaba, muito bonita por sinal) tinha uma máfia gigante de imobiliárias e não tornava nem um pouco simples alugar um espaço pra morar. Precisava de muitos papéis e documentos que eu não teria menor condição de arranjar, ou um capital absurdo que eu também não possuia. Burocracia na sua pior forma. Procurei em todas. Procurei flats, inexistente. Proprietários, nenhum faria sem a máfia, com medo da falta de proteção do sistema judiciário. A única opção que encontrei por todo tempo que morei lá foi sublocar. Pensões, na maioria das vezes. Por um tempo morei com um amigo do trabalho, mas isso é bem mais pra frente.
Foi buscando esse lugar pra morar que começou algo que eu não esperava acontecer... Afinal, em toda minhas frustradas tentativas, e experiências negativas, somado ao fato de nunca ter parado para buscar, eu continuava sem qualquer tipo de plano ou esforço em direção a conseguir aquilo que a sociedade veria como uma namorada. Eu prefiro imaginar que seria alguém com quem eu não precisaria me preocupar com ciúmes, pra começar, o que por si só já elimina qualquer definição convencional de namoro. Falta um nome pra me fazer entender melhor aqui, eventualmente encontro ou invento um. Antigamente eu me acolhia com amigos, as vezes com amigas, mas esses cresceram e tiveram que assumir papéis sociais que nos distanciaram muito mais do que eu gostaria.
Mas bem, encontrei uma garota de 20 anos que estava também procurando um lugar e se mudando pra cidade. Tentando encurtar um pouco essa parte da histórinha, ela se tornou minha melhor amiga e confidente por cerca de 6 meses. Mas era muito volátil e, na falta de uma palavra melhor, desjuizada. Moramos junto por alguns meses, tentei "namora-la", ela não quis por vários motivos.
Pelo menos pude aprender muito nesse tempo, essa foi certamente a melhor parte. Só por querer tanto ficar junto, apesar de todos pesares, ajudou bastante a melhorar minha auto-estima, eventualmente com algumas atitudes também. Principalmente ao me ajudar, incrivelmente, a ficar com uma outra garota, de 23, com quem troquei pela primeira vez um beijo e na cama. Foi muito bom passar pela experiência. Mas nada disso durou, e tudo se desmanchou muito mais rapidamente do que se formou. A "minha" garota foi pra outra cidade, de volta pro então namorado, possivelmente temendo por algo que eu disse.
Enquanto isso, eu e minha amiga terminamos brigando, nos separamos. Cerca de 2 meses mais tarde ela até admitiu de certa forma que estava errada, e pediu tanto pra eu voltar que tentamos viver juntos de novo por um tempo. Na época eu tinha acabado de ser demitido e ela ofereceu, de certa forma, me ajudar um pouco com custos, mas acho que no fim era só por interesse pois nunca mais voltamos a conversar direito, e ela acabou me trocando pelos novos relacionamentos que já tinha formado, além de rompido com a promessa de novo.
Ela foi uma pessoa que vivia criando problemas e fugindo deles ao mesmo tempo. Gostaria de saber dimensionar melhor se foi bom ou ruim no fim. Teria certamente sido bom se ela simplesmente cumprisse com a palavra. Pra ela, eu acredito que tenha sido bom, afinal, egoísta do jeito que era não tinha como perder algo comigo. Nada de falsa modéstia, não acho que seja algo bom sair perdendo numa relação, mas a verdade é que eu gosto demais das pessoas num geral pra me permitir a hipocrisia de cometer erros que eu jamais gostaria que ocorressem comigo, e pelo menos pude aprender um bocado de como conseguir evitar isso ao mesmo tempo de não me perjudicar tanto no processo. Talvez eu não tenha perdido tanto quanto parece no fim, e ela não tenha saído com o melhor da relação. Talvez.
Nisso, o ano de 2007 já tinha se acabado, assim como tudo que fiz nele já tinha ficado pra trás, com excessão de várias novas amizades, e duas em especial com quem mantenho um certo contato até hoje, apesar da nova distância. Mas essa história fica pra próxima vez que conseguir me insipirar pra escrever de novo.
Espero não ter sido muito inescrupuloso com as palavras... Pois sei de longa data que não consigo me fazer entender direito usando as malditas letras ajuntadas.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Grok
estava lah eu, tentando explicar uma pergunta que queria fazer pra um amigo psiquiatra, sobre o meu ocorrido no dia 5 de novembro de 2005.
lembrei de um momento de "epiphany" num episodio do Scrubs, com o Michael J Fox, e ao encontra-lo na wikipedia, terminei encontrando o termo ao ingles Grok e associando esse meu ocorrido a ele. termo este que foi pobremente traduzido para o portugues Grokar.
agora aqui estou tentando explicar exatamente o que me ocorreu, pela primeira vez, basicamente 2 anos depois. e ainda nao sei explicar, mas talvez o final do filme Amélie Poulain chegue bem perto do ocorrido.
lembrei de um momento de "epiphany" num episodio do Scrubs, com o Michael J Fox, e ao encontra-lo na wikipedia, terminei encontrando o termo ao ingles Grok e associando esse meu ocorrido a ele. termo este que foi pobremente traduzido para o portugues Grokar.
agora aqui estou tentando explicar exatamente o que me ocorreu, pela primeira vez, basicamente 2 anos depois. e ainda nao sei explicar, mas talvez o final do filme Amélie Poulain chegue bem perto do ocorrido.
MyTube
Comecando hoje a postar as producoes caseiras, ateh agora extremamente limitadas, que pretendemos eu e um amigo meu, o Luis, comecar a fazer: http://www.youtube.com/cauerego
Provavelmente deveria criar um youtube novo pra ficar mais justo, sei la. Por enquanto vai assim mesmo, que foi pela praticidade.
Provavelmente deveria criar um youtube novo pra ficar mais justo, sei la. Por enquanto vai assim mesmo, que foi pela praticidade.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Telefonica, Speedy e provedores
Pra quem ainda está pagando provedores somente para acessar a internet via speedy, basta usar, ao envés, a senha de acesso livre:
u: internet@speedy.com.br
p: speedy
Isso é resultado de uma luta antiga, que começou há anos atrás na justiça que tenta, ultimamente, baratear o acesso a internet enquanto a Telefonica insiste em deixá-lo mais caro do que o custo real. E o principal recurso deles, para isso, sempre foi a desculpa de que o provedor era algo necessário.
Vale lembrar que a própria telefonica está, ainda assim, tentando adicionar um custo para quem "optar" por usar esse login, ao envés de um "provedor". O custo ainda não existe, e nem deverá existir, principalmente se as pessoas estiverem informadas e brigarem pelos seus direitos.
u: internet@speedy.com.br
p: speedy
Isso é resultado de uma luta antiga, que começou há anos atrás na justiça que tenta, ultimamente, baratear o acesso a internet enquanto a Telefonica insiste em deixá-lo mais caro do que o custo real. E o principal recurso deles, para isso, sempre foi a desculpa de que o provedor era algo necessário.
Vale lembrar que a própria telefonica está, ainda assim, tentando adicionar um custo para quem "optar" por usar esse login, ao envés de um "provedor". O custo ainda não existe, e nem deverá existir, principalmente se as pessoas estiverem informadas e brigarem pelos seus direitos.
sábado, 23 de junho de 2007
Penachos de Ouro
Este é um problema de lógica que tive numa aula de matemática avançada, no cursinho pré-vestibular (Anglo) em 1999. Que eu me lembre, o professor (Rosso) disse que foi um dos 5 problemas apresentado em uma olimpíada de matemática para crianças até 16 anos (ou seja, ginasial, ou atualmente conhecido como ensino médio). Abaixo está minha adaptação do que eu lembro do enunciado do problema. Isso por que lembro perfeitamente da resposta, mas como faz anos que não toco no assunto, não lembro exatamente das minúcias do enunciado, e não sei bem das possíveis consequëncias de modificar um detalhe ou outro. Acontece que, na aula em si, não teve um enunciado escrito, ele simplesmente contou o problema, e foi polindo: conforme perguntávamos coisas que poderiam ser possíveis, ele ia dizendo dedutivamente o que era válido imaginar, e o que não era. Não sei como teria sido apresentado na suposta olimpíada.
Um Enunciado
Imagine um planeta desconhecido, em um universo qualquer, que tem uma sociedade de aves com penachos de ouro. Essas aves não conseguem voar nem olhar para o próprio penacho. As aves tampouco falam ou conversam, mas vivem em harmonia e cada uma dorme em sua casa separadamente.
O planeta é inteiramente repleto somente com essas aves, e elas são seres extremamente inteligentes. Apesar de não conseguirem se comunicar umas com as outras, elas estão sempre juntas, logo, ao longo do dia, todas aves terminam vendo umas às outras. Todas dormem e acordam pontualmente no mesmo horário.
Há uma cultura nessa sociedade na qual quando uma ave percebe que perdeu seu próprio penacho de ouro, independente do motivo ou razão, esta ave se matará na manhã seguinte, logo depois de acordar. Não há formas dessa enxergar o próprio penacho, nem o próprio reflexo. Não há espelhos, nem lagos no planeta.
Neste planeta, que não é muito grande, vivem somente 7 aves.
Numa bela noite, um caçador de recompensas chega despercebido, depois que todas aves foram dormir, rouba dois penachos de ouro, 1 de cada ave, e sai antes do amanhecer, mas deixa um penacho cair no chao. Ao amanhecer 5 aves têm seus penachos no lugar e 2 não. Todas eventualmente percebem o penacho no chão.
A pergunta é: quantos dias levarão até que as 2 aves sem penacho se matem e por que?
Uma Pequena Análise
Somente as duas que perderam o penacho se matarão, com certeza, assim que conseguirem deduzir que foram elas próprias que perderam, já que, como foi dado, elas não têm outra forma de perceber que estão sem o penacho além de racionalizar.
A resposta é simples e direta. N dias, N sendo um número natural. O problema está em responder "por que". Isto não é um exercício de múltipla escolha.
Reposta
Coloquei a resposta, junto com alguns links, num novo post. Desculpe pela leve demora de mais de 4 anos para trazê-la aqui, se é que alguém ficou com a pulga atrás da orelha esse tempo todo!
Um Enunciado
Imagine um planeta desconhecido, em um universo qualquer, que tem uma sociedade de aves com penachos de ouro. Essas aves não conseguem voar nem olhar para o próprio penacho. As aves tampouco falam ou conversam, mas vivem em harmonia e cada uma dorme em sua casa separadamente.
O planeta é inteiramente repleto somente com essas aves, e elas são seres extremamente inteligentes. Apesar de não conseguirem se comunicar umas com as outras, elas estão sempre juntas, logo, ao longo do dia, todas aves terminam vendo umas às outras. Todas dormem e acordam pontualmente no mesmo horário.
Há uma cultura nessa sociedade na qual quando uma ave percebe que perdeu seu próprio penacho de ouro, independente do motivo ou razão, esta ave se matará na manhã seguinte, logo depois de acordar. Não há formas dessa enxergar o próprio penacho, nem o próprio reflexo. Não há espelhos, nem lagos no planeta.
Neste planeta, que não é muito grande, vivem somente 7 aves.
Numa bela noite, um caçador de recompensas chega despercebido, depois que todas aves foram dormir, rouba dois penachos de ouro, 1 de cada ave, e sai antes do amanhecer, mas deixa um penacho cair no chao. Ao amanhecer 5 aves têm seus penachos no lugar e 2 não. Todas eventualmente percebem o penacho no chão.
A pergunta é: quantos dias levarão até que as 2 aves sem penacho se matem e por que?
Uma Pequena Análise
Somente as duas que perderam o penacho se matarão, com certeza, assim que conseguirem deduzir que foram elas próprias que perderam, já que, como foi dado, elas não têm outra forma de perceber que estão sem o penacho além de racionalizar.
A resposta é simples e direta. N dias, N sendo um número natural. O problema está em responder "por que". Isto não é um exercício de múltipla escolha.
Reposta
Coloquei a resposta, junto com alguns links, num novo post. Desculpe pela leve demora de mais de 4 anos para trazê-la aqui, se é que alguém ficou com a pulga atrás da orelha esse tempo todo!
terça-feira, 22 de maio de 2007
minhas crises ciclicas de saude
"eu ainda tenho certa vontade de, pelo menos, terminar aquilo que ficou inacabado da ultima vez, por que acho que nao faltava muita coisa, e por que odeio deixar coisas inacabadas... mas ao mesmo tempo eu sei como eh dificil definir um final satisfatorio para as coisas. e tem sido (talvez ainda mais) dificil tambem conseguir colocar vontade suficiente na minha cabeca para trabalhar com essas coisas sem me deixar doente de alguma forma. quero dizer, realmente nao sei o que anda acontecendo comigo."
acabei de escrever isso acima especificamente para um amigo, com respeito a um servico em especifico, e logo depois percebi como isso na verdade se aplica a basicamente todos servicos que jah fiz neste trabalho (programacao) que terminei me envolvendo meio sem querer (10 anos atras), por pensar que gostava disso. os poucos "projetos" que me lembro ter conseguido "terminar" para o "cliente" nao estavam terminados aos meus olhos. fica facil deduzir que o problema sou eu, entao. digo que tem um problema por que nao consigo fazer o que quero, nem sequer pelo menos o que acho que quero.
hoje faltei no trabalho por que fiquei durmindo por 16 horas desde 0h de "ontem". fiz isso por que ontem (segunda-feira) fiquei no trabalho com sono e nao consegui fazer muita coisa. talvez efetivas 2h de 9h que fiquei por lah. esta foi longe de ser a primeira vez e nao vejo perspectivas de ser a ultima. agora eu ia tentar durmir mais cedo, mas devido a falta de um ritmo devo terminar adormecendo efetivamente durmindo depois das 0h de novo (se conseguir pegar no sono ateh lah), apesar de ir pra cama quase 1h antes disso, e torcer para conseguir alem de acordar sem sono (por que, acordar, simplesmente, nao eh o problema) amanha cedo, ficar sem sono o resto do dia.
isso tudo coberto de tentativas de remedios e conselhos medicos, claro... apesar que soh a partir deste ano que fui atras de ver o que pode ser esse negocio de sono excessivo que me acontece jah ha pelo menos 7 anos. isso por que soh fui perceber agora de que poderia ser algo grave suficiente pra procurar ajuda. a maior dificuldade neste problema do sono, me parece, eh que ninguem leva muito a serio, soh por que nao estou sangrando, gritando de dor ou prestes a morrer. na verdade, tirando tratamentos medicos praticos e diretos, que envolvam cortes, lesoes, bacterias ou virus, nunca tive qualquer resultado procurando especialistas, e de longe jah fui buscar mais conselhos pelos outros motivos.
e falar de saude mental eh subjetivo demais, mas eh para o que todos me apontam, e isso de nada tem ajudado. eu acho que a ciencia de analisar a mente tem prioridades erradas, enquanto que a religiao tem objetivos errados (ambos assuntos poderiam render um livro cada). e se essa falta de feh em qualquer uma das duas fosse me trazer problemas, jah teria trazido muito antes, pois eu nunca a tive, e as duas suportam a hipotese de acontecer logo aos 7 anos de idade, talvez mais cedo.
com tudo isso, acho que desde que sai do colegio que nao tive mais a sensacao de ter terminado alguma coisa... e nao sei se sinto falta disso e eh algo que eu nao deveria buscar, se estou colocando metas impossiveis de terminar na pratica, nem se isso eh uma causa ou consequencia dos meus problemas de saude fisicos.
acho que ainda acredito que tenha alguma coisa em mim que uma vez resolvida, resolve o resto. mas fica dificil manter isso sabendo que provavelmente ninguem com mais de 30 anos de idade acredita nisso, supondo que todos tenham, tambem, algum problema de saude que ninguem consegue explicar.
acabei de escrever isso acima especificamente para um amigo, com respeito a um servico em especifico, e logo depois percebi como isso na verdade se aplica a basicamente todos servicos que jah fiz neste trabalho (programacao) que terminei me envolvendo meio sem querer (10 anos atras), por pensar que gostava disso. os poucos "projetos" que me lembro ter conseguido "terminar" para o "cliente" nao estavam terminados aos meus olhos. fica facil deduzir que o problema sou eu, entao. digo que tem um problema por que nao consigo fazer o que quero, nem sequer pelo menos o que acho que quero.
hoje faltei no trabalho por que fiquei durmindo por 16 horas desde 0h de "ontem". fiz isso por que ontem (segunda-feira) fiquei no trabalho com sono e nao consegui fazer muita coisa. talvez efetivas 2h de 9h que fiquei por lah. esta foi longe de ser a primeira vez e nao vejo perspectivas de ser a ultima. agora eu ia tentar durmir mais cedo, mas devido a falta de um ritmo devo terminar adormecendo efetivamente durmindo depois das 0h de novo (se conseguir pegar no sono ateh lah), apesar de ir pra cama quase 1h antes disso, e torcer para conseguir alem de acordar sem sono (por que, acordar, simplesmente, nao eh o problema) amanha cedo, ficar sem sono o resto do dia.
isso tudo coberto de tentativas de remedios e conselhos medicos, claro... apesar que soh a partir deste ano que fui atras de ver o que pode ser esse negocio de sono excessivo que me acontece jah ha pelo menos 7 anos. isso por que soh fui perceber agora de que poderia ser algo grave suficiente pra procurar ajuda. a maior dificuldade neste problema do sono, me parece, eh que ninguem leva muito a serio, soh por que nao estou sangrando, gritando de dor ou prestes a morrer. na verdade, tirando tratamentos medicos praticos e diretos, que envolvam cortes, lesoes, bacterias ou virus, nunca tive qualquer resultado procurando especialistas, e de longe jah fui buscar mais conselhos pelos outros motivos.
e falar de saude mental eh subjetivo demais, mas eh para o que todos me apontam, e isso de nada tem ajudado. eu acho que a ciencia de analisar a mente tem prioridades erradas, enquanto que a religiao tem objetivos errados (ambos assuntos poderiam render um livro cada). e se essa falta de feh em qualquer uma das duas fosse me trazer problemas, jah teria trazido muito antes, pois eu nunca a tive, e as duas suportam a hipotese de acontecer logo aos 7 anos de idade, talvez mais cedo.
com tudo isso, acho que desde que sai do colegio que nao tive mais a sensacao de ter terminado alguma coisa... e nao sei se sinto falta disso e eh algo que eu nao deveria buscar, se estou colocando metas impossiveis de terminar na pratica, nem se isso eh uma causa ou consequencia dos meus problemas de saude fisicos.
acho que ainda acredito que tenha alguma coisa em mim que uma vez resolvida, resolve o resto. mas fica dificil manter isso sabendo que provavelmente ninguem com mais de 30 anos de idade acredita nisso, supondo que todos tenham, tambem, algum problema de saude que ninguem consegue explicar.
sábado, 28 de abril de 2007
como vou?
Pra variar, o assunto do meu blog sou eu. Queria estar escrevendo meu livro, no qual falaria de tudo que penso sobre qualquer coisa, exceto eu mesmo... Afinal de contas, queria fazer isso como uma forma de apresentação, e não como uma forma de confissão. Quando decidi começar a escreve-lo foi, talvez, 1 semana antes de começarem meus problemas e desde então que não consigo continuar.
Não sei bem como as coisas estão comigo, sei que não estão bem. Na verdade, não fossem os problemas de saúde que to tendo, eu estaria levando a vida como sempre levei, e como ainda tento levar: um dia depois do outro. O meu dia a dia consistiria em trabalhar na área que já conheço, procurando atingir uma renda mínima (bem acima do normal da maioria e do atual, mas que eu considero ser uma média) e/ou diminuir essa necessidade de gastar tanto tempo tentando sobreviver, através de empregos entre outras coisas. Consistiria também de me distrair com outras coisas que gosto, como sempre fiz, diariamente, prioriatariamente. Nunca quis mais do que isso na vida. As vezes me engano com outras coisas, coisa que aconteceu bastante recentemente, mas no fundo só quero poder aproveitar o tempo que tenho.
De uns anos pra cá, eu tenho tido cada vez mais sintomas de que tem algo errado comigo. Dos sintomas já cansei de falar: estão em outros posts aqui neste blog (talvez exceto meu sono descontrolado). Desde 2001 (sono) isso atrapalha meu trabalho, desde 2006 ao ponto de que eu não consegui nem manter um emprego, e hoje, um pouco reduzido, continua afetando o novo trabalho que consegui arrumar, limita meu tempo livre, me faz parar para pensar nas coisas, procurar entender o que posso fazer para me resolver e termina me deixando desanimado pra fazer o que gosto. Apesar de eu adorar tecnologia e o que faço no trabalho é basicamente usar o que aprendi a fazer por realmente gostar disso, o trabalho é algo que considero, basicamente, limitante. Eu queria, e sei que tenho potencial, pra fazer muito mais.
A empresa na qual estou trabalhando hoje é a mais promissora que jamais estive, tem todas qualidades que eu gostaria numa empresa, realisticamente (ou seja, o mínimo do que eu realmente gostaria). O único problema é que é o mesmo salário que eu tinha em 2001, que mesmo então já não era suficiente. Mas pelo menos hoje sobra um pouco no final do mês, ao invés de faltar, já que estou sozinho. Ou seja, o quadro é totalmente otimista. Mesmo assim, não consigo me animar suficiente para não ter sono no trabalho, e gosto de pensar que não é por falta de tentar. Afinal de contas, estou evitando fazer qualquer coisa fora do trabalho que possa comprometer o meu horário, e a única coisa que eu sei que poderia estar fazendo a mais seria pensar no trabalho fora do horário também, coisa que eu não acho que compense pela natureza do trabalho (e respectiva recompensa).
Tive várias oportunidade de procurar ajuda médica, e com muito mais intensidade nos últimos 3 meses, com um plano de saúde, e pude incluir fazer alguns exames que nunca fiz antes, de sangue e urina (apesar que ainda não sei qual meu tipo de sangue). Contudo, a bem da verdade não lembro de jamais ter sentido melhora alguma nos meus problemas vinda da medicina, excessão feita a ferimentos físicos e explícitos. E este ano não foi diferente. Mesmo assim, continuo procurando... Talvez por falta de idéias. De tudo que consegui acumular de informação desses profissionais é que eu preciso de terapia. Um psicologo, talvez um psiquiatra.
É reconfortante pensar que tudo que preciso é de manter uma terapia profissional, mas das várias terapias que já fiz, quase uma dezena (estou contando os terapeutas não as sessões, que não forma muitas mesmo, mas diria que foi uma média de 5 sessões pra cada um), não consigo ver como isso pode me ajudar. Me pergunto qual a grande diferença entre um terapeuta e uma auto-análise prolongada, cercada de pessoas. Perguntei pra vários dos terapeutas se existia algum caso que ele/ela pudesse falar "pronto, você está curado, não precisa mais de terapia", e não tive nem uma positiva. Todos, contudo, me parecem dizer que cada caso é um caso, que todos têm seu nível de complexidade e que um diagnóstico preciso é muito difícil. Se eu vou precisar de terapia a minha vida toda, quem não precisa? E pra que, então, gastar um tempo que não quero e um dinheiro que não tenho com isso?
Eu realmente não preciso de alguém pra ficar escutando minhas reflexões, nem pra ficar tentando resolver meus problemas internos, afinal de contas, são problemas que só eu posso resolver, ou que, no mínimo, nossa comunicação é fraca demais para conseguir influenciar diretamente. Sinto que o melhor que eu conseguiria tirar de uma terapia seria um sentimento momentâneo de conforto, e isso é longe de ser suficiente pra mim. E se gasto tanto tempo escrevendo é por que sinto ser uma boa forma de refletir mas talvez principalmente por que me perguntam: "como está?", "como vai?", "está tudo bem?", e minha resposta tem sido "estou tentando", "vou pra onde dá", "não, mas dá pra enganar" e completando com "se quiser saber mais, posso falar" e daí aqui termino falando, quando consigo concentrar suficiente esforço num lugar só.
Não sei bem como as coisas estão comigo, sei que não estão bem. Na verdade, não fossem os problemas de saúde que to tendo, eu estaria levando a vida como sempre levei, e como ainda tento levar: um dia depois do outro. O meu dia a dia consistiria em trabalhar na área que já conheço, procurando atingir uma renda mínima (bem acima do normal da maioria e do atual, mas que eu considero ser uma média) e/ou diminuir essa necessidade de gastar tanto tempo tentando sobreviver, através de empregos entre outras coisas. Consistiria também de me distrair com outras coisas que gosto, como sempre fiz, diariamente, prioriatariamente. Nunca quis mais do que isso na vida. As vezes me engano com outras coisas, coisa que aconteceu bastante recentemente, mas no fundo só quero poder aproveitar o tempo que tenho.
De uns anos pra cá, eu tenho tido cada vez mais sintomas de que tem algo errado comigo. Dos sintomas já cansei de falar: estão em outros posts aqui neste blog (talvez exceto meu sono descontrolado). Desde 2001 (sono) isso atrapalha meu trabalho, desde 2006 ao ponto de que eu não consegui nem manter um emprego, e hoje, um pouco reduzido, continua afetando o novo trabalho que consegui arrumar, limita meu tempo livre, me faz parar para pensar nas coisas, procurar entender o que posso fazer para me resolver e termina me deixando desanimado pra fazer o que gosto. Apesar de eu adorar tecnologia e o que faço no trabalho é basicamente usar o que aprendi a fazer por realmente gostar disso, o trabalho é algo que considero, basicamente, limitante. Eu queria, e sei que tenho potencial, pra fazer muito mais.
A empresa na qual estou trabalhando hoje é a mais promissora que jamais estive, tem todas qualidades que eu gostaria numa empresa, realisticamente (ou seja, o mínimo do que eu realmente gostaria). O único problema é que é o mesmo salário que eu tinha em 2001, que mesmo então já não era suficiente. Mas pelo menos hoje sobra um pouco no final do mês, ao invés de faltar, já que estou sozinho. Ou seja, o quadro é totalmente otimista. Mesmo assim, não consigo me animar suficiente para não ter sono no trabalho, e gosto de pensar que não é por falta de tentar. Afinal de contas, estou evitando fazer qualquer coisa fora do trabalho que possa comprometer o meu horário, e a única coisa que eu sei que poderia estar fazendo a mais seria pensar no trabalho fora do horário também, coisa que eu não acho que compense pela natureza do trabalho (e respectiva recompensa).
Tive várias oportunidade de procurar ajuda médica, e com muito mais intensidade nos últimos 3 meses, com um plano de saúde, e pude incluir fazer alguns exames que nunca fiz antes, de sangue e urina (apesar que ainda não sei qual meu tipo de sangue). Contudo, a bem da verdade não lembro de jamais ter sentido melhora alguma nos meus problemas vinda da medicina, excessão feita a ferimentos físicos e explícitos. E este ano não foi diferente. Mesmo assim, continuo procurando... Talvez por falta de idéias. De tudo que consegui acumular de informação desses profissionais é que eu preciso de terapia. Um psicologo, talvez um psiquiatra.
É reconfortante pensar que tudo que preciso é de manter uma terapia profissional, mas das várias terapias que já fiz, quase uma dezena (estou contando os terapeutas não as sessões, que não forma muitas mesmo, mas diria que foi uma média de 5 sessões pra cada um), não consigo ver como isso pode me ajudar. Me pergunto qual a grande diferença entre um terapeuta e uma auto-análise prolongada, cercada de pessoas. Perguntei pra vários dos terapeutas se existia algum caso que ele/ela pudesse falar "pronto, você está curado, não precisa mais de terapia", e não tive nem uma positiva. Todos, contudo, me parecem dizer que cada caso é um caso, que todos têm seu nível de complexidade e que um diagnóstico preciso é muito difícil. Se eu vou precisar de terapia a minha vida toda, quem não precisa? E pra que, então, gastar um tempo que não quero e um dinheiro que não tenho com isso?
Eu realmente não preciso de alguém pra ficar escutando minhas reflexões, nem pra ficar tentando resolver meus problemas internos, afinal de contas, são problemas que só eu posso resolver, ou que, no mínimo, nossa comunicação é fraca demais para conseguir influenciar diretamente. Sinto que o melhor que eu conseguiria tirar de uma terapia seria um sentimento momentâneo de conforto, e isso é longe de ser suficiente pra mim. E se gasto tanto tempo escrevendo é por que sinto ser uma boa forma de refletir mas talvez principalmente por que me perguntam: "como está?", "como vai?", "está tudo bem?", e minha resposta tem sido "estou tentando", "vou pra onde dá", "não, mas dá pra enganar" e completando com "se quiser saber mais, posso falar" e daí aqui termino falando, quando consigo concentrar suficiente esforço num lugar só.
domingo, 18 de março de 2007
diario de dieta
talvez eu devesse colocar esse diario em outro lugar...
2007-03-18
12h (cafe) - 5 fatias pao integral na chapa com amelia, 500mL leite com nescau
15h (lanche) - 42g hershey crocante
20h (lanche) - meio pacote de bisnaguinha com yoyo cream
2007-03-18
12h (cafe) - 5 fatias pao integral na chapa com amelia, 500mL leite com nescau
15h (lanche) - 42g hershey crocante
20h (lanche) - meio pacote de bisnaguinha com yoyo cream
sábado, 17 de março de 2007
diario de dieta
eh soh o quarto post do quinto dia, como sempre atrasado jah que na verdade estou postando no domingo, e jah acho que nao vou consiguir manter isso todo dia... mas vou continuar tentando.
2007-03-17
12h (cafe) - 8 fatias pao integral na chapa com manteiga, 500mL leite com nescau
15h (lanche) - 1 fatia de bolo com goiabada, 42g hershey crocante
20h (lanche) - iogurt de banana e maca
22h (lanche) - 2 bananas
2007-03-17
12h (cafe) - 8 fatias pao integral na chapa com manteiga, 500mL leite com nescau
15h (lanche) - 1 fatia de bolo com goiabada, 42g hershey crocante
20h (lanche) - iogurt de banana e maca
22h (lanche) - 2 bananas
sexta-feira, 16 de março de 2007
diario de dieta
vou colocar o de terca aqui pra nao ficar antes do primeiro post a respeito... por causa das introducoes, no bom sentido. vai ficar um pouco baguncado como um diario, mas fica mais sensato como um blog. espero.
as bananas sao sempre nanicas, leites integrais, e agua sempre, o dia todo, cerca de 2L. o peixe eh o primeiro pedaco que como em anos, e um bem pequenininho.
2007-03-16
7h (cafe) - 4 fatias pao integral com requeijao, 500mL leite com nescau
9h30 (lanche) - 1 banana
12h (almoco) - uns 700g de beterraba, arroz, feijao, linguica, peixe a milanesa e suco de laranja
15h (lanche) - 1 banana
18h (lanche) - meio pacote bono
21h (jantar) - 42g hershey crocante
2007-03-13
9h (cafe) - 3 fatias pao integral com requeijao, 500mL leite integral com nescau
10h30 (lanche) - 1 banana nanica
12h (almoco) - uns 600g de beterraba, arroz, feijao, 2 coxas de frango e suco de laranja
15h (lanche) - 1 banana
18h (lanche) - meio pacote bono
20h30 ("jantar") - 7 esfihas de queijo
22h30 ("sobremesa") - 42g hershey crocante
as bananas sao sempre nanicas, leites integrais, e agua sempre, o dia todo, cerca de 2L. o peixe eh o primeiro pedaco que como em anos, e um bem pequenininho.
2007-03-16
7h (cafe) - 4 fatias pao integral com requeijao, 500mL leite com nescau
9h30 (lanche) - 1 banana
12h (almoco) - uns 700g de beterraba, arroz, feijao, linguica, peixe a milanesa e suco de laranja
15h (lanche) - 1 banana
18h (lanche) - meio pacote bono
21h (jantar) - 42g hershey crocante
2007-03-13
9h (cafe) - 3 fatias pao integral com requeijao, 500mL leite integral com nescau
10h30 (lanche) - 1 banana nanica
12h (almoco) - uns 600g de beterraba, arroz, feijao, 2 coxas de frango e suco de laranja
15h (lanche) - 1 banana
18h (lanche) - meio pacote bono
20h30 ("jantar") - 7 esfihas de queijo
22h30 ("sobremesa") - 42g hershey crocante
quinta-feira, 15 de março de 2007
diario de dieta
mais um emocionante capitulo do incrivelmente criativo diario da minha incontestavel dieta...
2007-03-15
7h (cafe) - 6 fatias pao integral com requeijao, 500mL leite com nescau
9h30 (lanche) - 1 banana
12h (almoco) - uns 600g de beterraba, arroz a grega, feijao, frango milanesa e suco de laranja
15h (lanche) - 1 banana
18h (lanche) - meio pacote bono
21h (jantar) - 350g de sorvete chocolate
2007-03-15
7h (cafe) - 6 fatias pao integral com requeijao, 500mL leite com nescau
9h30 (lanche) - 1 banana
12h (almoco) - uns 600g de beterraba, arroz a grega, feijao, frango milanesa e suco de laranja
15h (lanche) - 1 banana
18h (lanche) - meio pacote bono
21h (jantar) - 350g de sorvete chocolate
quarta-feira, 14 de março de 2007
diario de dieta
nao venho postando no blog por varios motivos (conexao, vontade, razao, conteudo, e mais). na falta de um, aparece outro. bem, hoje volto a postar pelo mesmo motivo que comecei um blog: falta de lugar melhor para certas anotacoes. no caso, agora, uma anotacao diaria do que comi, por recomendacao de uma nutricionista. vou fazer a tentativa. o primeiro dia que anotei foi 1 dia depois de ter falado com ela, ou seja, dia 13. mas anotei sem internet e mais tarde transcrevo.
2007-03-14
7h (cafe) - 3 fatias pao integral com requeijao, 500ml leite com nescau
9h30 (lanche) - 1 banana
12h (almoco) - aprox 600g: beterraba, arroz, feijao, bisteca, carne moida, ervilha e suco de laranja
15h (lanche) - 1 banana
18h (lanche) - meio pacote bono
21h ("jantar") - meio pacote bisnaguinha com yoyo cream
2007-03-14
7h (cafe) - 3 fatias pao integral com requeijao, 500ml leite com nescau
9h30 (lanche) - 1 banana
12h (almoco) - aprox 600g: beterraba, arroz, feijao, bisteca, carne moida, ervilha e suco de laranja
15h (lanche) - 1 banana
18h (lanche) - meio pacote bono
21h ("jantar") - meio pacote bisnaguinha com yoyo cream
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